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Governo federal liberou R$ 10 milhões para ações emergenciais após chuvas no Rio

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O governo federal liberou hoje (17) R$ 10 milhões para o estado do Rio de Janeiro aplicar em ações emergenciais nos municípios atingidos pelas chuvas nos últimos dias. O vice-governador Luiz Fernando Pezão disse que os recursos serão usados para financiar parte do aluguel social, distribuído às famílias vítimas das tempestades, e para obras de limpeza e contenção de encostas.

O anúncio foi feito após encontro de Pezão com as ministras Gleisi Hoffmann, chefe da Casa Civil, e Miriam Belchior, do Planejamento, o secretário do Tesouro Nacional, Arno Hugo Augustin, e o ministro da Integração Nacional, Francisco Teixeira. Segundo Pezão, os primeiros levantamentos indicam que o estado deve solicitar ao governo federal dos R$ 150 milhões.

Os R$ 10 milhões iniciais já estão disponíveis imediatamente no cartão da Defesa Civil do estado. Ontem (16), o governo do Rio deu início ao cadastramento das famílias vítimas. Segundo Pezão, o repasse dos R$ 500 para famílias com renda até cinco salários mínimos (R$ 3.390) será feito durante quatro meses.

O vice-governador informou que seis cidades fluminenses estão fazendo orçamentos e planilhas com as principais demandas: dragagem de rios, drenagem, reconstrução de encostas e o aluguel social. “Temos 2 mil pessoas morando às margens do Rio Botas e queremos deslocar essas pessoas para o Minha Casa, Minha Vida, que já vem sendo construído em Nova Iguaçu e pagar o aluguel social para essas famílias.”

O governo do Rio de Janeiro deu início  ontém (16) ao cadastramento das famílias vítimas das chuvas que atingiram os municípios da Baixada Fluminense na última semana. O cadastramento, que está sendo feito pelas prefeituras, é necessário para o recebimento do aluguel social.

Segundo informações do governo do Rio, cada família receberá R$ 500 diretamente do estado. No município de Queimados, 600 famílias estão aptas a receber o benefício.

Para ter direito ao aluguel social, a renda familiar não pode ultrapassar a cinco salários mínimos (R$ 3.390). É preciso ainda apresentar laudo da Defesa Civil Municipal, além de documentos como identidade, CPF e comprovante de residência referente ao imóvel afetado.

Inicialmente, o benefício será pago por 12 meses, podendo ser prorrogado caso seja necessário, ou até que as famílias recebam novas moradias.

 

 

(Agência Brasil )