Em comunicado divulgado na manhã desta quarta-feira (2) em sua página na internet, o Sindicato Estadual de Profissionais do Rio de Janeiro (Sepe) não confirma a morte de profissional que tenha participado dos protestos no entorno da Câmara de Vereadores. Desde o fim da noite de terça-feira (1), informações circulam pelas redes sociais de que uma professora teria morrido após inalar gases lançados pelo Batalhão de Choque no confronto.
A direção da entidade informa que foram feitas visitas a hospitais da cidade e ao Instituto Médico Legal (IML) da capital fluminense. Registro de óbtio não foi encontrado. Também foram feitos contatos com escolas municipais e estaduais de Bangu, local onde a suposta vítima lecionava. As unidades de ensino negaram a informação.
Diante dos episódios de violência registrados mediante a aprovação do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração dos professores da rede municipal de ensino, a Associação Nacional de Ensino Superior (Andes) e outras entidades convocaram um ato político contra as ações das forças de segurança. O ato foi convocado para as 17h desta quarta-feira, na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).
(EBC)