
Segundo a Subsecretaria de Comunicação Social do Estado do Rio, novecentas unidades habitacionais do Programa Minha Casa Minha Vida começam a ser construídas no Complexo do Alemão a partir do segundo semestre deste ano. As moradias vão ser entregues a famílias removidas de áreas de risco ou de prédios invadidos e que hoje vivem com o aluguel social pago pelo Governo do Estado. Os imóveis, que serão erguidos em terrenos ao longo da Avenida Itaoca e no local da antiga fábrica da Skol, integram um pacote de 1.900 moradias que serão construídas na comunidade até 2014.
– Nós vamos construir mais de 400 unidades habitacionais onde existia a fábrica. Os galpões já foram demolidos e o terreno está livre para receber os apartamentos. Além dessas, outras 1.500 moradias serão erguidas na comunidade até o fim do ano que vem – disse o vice-governador e coordenador de Infraestrutura, Luiz Fernando Pezão, durante o lançamento do projeto Estações Cultural no Teleférico do Complexo do Alemão, no sábado (13/04).
Estado já realocou 3.031 famílias na comunidade
As unidades se somarão a outras 1.502 já entregues pelo Estado no Alemão para abrigar famílias que moravam em áreas de risco ou que deixaram suas moradias na região para a intervenções e obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Das unidades já entregues, 920 foram erguidas pelo PAC e 582 são dos Residenciais Jardim Acácias e Jardim Palmeiras, construídos pelo Minha Casa Minha Vida e comprados pelo Governo do Estado. No total, o Estado já realocou 3.031 famílias no Alemão: 1.502 nas novas moradias e 1.529 através do pagamento de indenização ou compra assistida.
Teleférico da comunidade oferece programação cultural para passageiros e visitantes
O Teleférico do Alemão foi palco, no sábado (13/4), da primeira edição do Projeto Estações Culturais. Entre 10h e 17h, passageiros e visitantes do sistema puderam conferir apresentações de dança, teatro, circo, música, grafite, exposições, exibições de curtas-metragens, oficinas de artesanato, workshops e palestras sobre a história da região.
A iniciativa, uma parceria da SuperVia e das ONGs e grupos culturais que atuam no complexo, tem como objetivo criar oportunidades de integração entre os moradores das comunidades do Alemão e da Penha, além de oferecer entretenimento aos turistas que visitam o teleférico.