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Famílias de viciados em crack vão receber bolsa de até R$ 900

O governo do Rio de Janeiro busca uma forma de amenizar os sintomas do consumo de crack na vida dos viciados e na sociedade como um todo, distribuindo dinheiro para as famílias dos viciados mais o vicio do crack no Brasil não é um reflexo da pobreza e sim um reflexo do livre arbítrio do ser humano de querer se viciar em drogas ou não, pois nas ruas vivem viciados em crack em cocaína em maconha e em bebidas alcoólicas, o problema dos drogados como um todo está nas drogas que estão ao alcance de qualquer um que queira se drogar. O problema dos usuários de crack, é que o crack é uma droga mais forte degenerativa, se antes de um filho se drogar os pais não tiveram controle sobre ele, não terá depois que ele se tornou um viciado.

Uma solução para combater o consumo de drogas no Brasil é investindo na educação construindo novas escolas de tempo integral  com infraestrutura para praticas de esportes, e atendimento odontológicos e pediátricos,  distribuir material didáticos e uniformes, junto à uma alimentação balanceada e saborosa gratuitamente para os alunos.

Leia Reportagem do O Dia falando sobre o assunto:

Até o final do mês, o futuro secretário de Desenvolvimento Social do Rio de Janeiro, Adilson Pires, vai apresentar o projeto que prevê bolsa de R$ 350 a R$ 900 para famílias de menores viciados em crack.

Apesar do programa estar em fase de estudo, especialistas acreditam que a verba pode ser aplicada de maneira errada pelos parentes.

“A bolsa pode combater a pobreza das famílias que possuem menores viciados, mas não é incisiva no controle pela dependência química. O foco deve ser na saúde pública, pois dar dinheiro a parentes não significa que os menores deixem o crack”, observa Paulo Jorge Ribeiro, antropólogo e professor da PUC-RJ.

Para Adilson Pires, a medida é crucial no tratamento dos menores. “A família precisa estar perto e deve ter responsabilidade sobre o viciado. Tirar o usuário da rua é tarefa nossa, mas o menor não pode viver no abrigo para sempre”, defende.

Atualmente, a Secretaria de Assistência Social possui 123 menores abrigados em 54 unidades da cidade. Na próxima quinta-feira (22/11), Pires vai se reunir com membros de apoio aos dependentes químicos para discutir detalhes do projeto.

Um dos principais desafios é o destino dos menores que não possuem familiares na cidade. “Vamos ter que pensar em outra saída se nenhum membro da família for encontrado”.

Viaturas da PM deram lugar às cracolândias na Avenida Brasil, próximo ao acesso à Ilha do Governador e Parque União. Na tarde da última quinta-feira (15/11), poucos usuários foram vistos perambulando pela via.

Na última quarta-feira (14/11), operação da Secretaria de Assistência Social recolheu 25 adultos e um adolescente ali. Em uma semana, foram 290 acolhimentos, sendo 266 adultos e 24 jovens. O 22º BPM (Maré) vai permanecer com as viaturas baseadas na região.

 

 

1 comentário em "Famílias de viciados em crack vão receber bolsa de até R$ 900"

  1. O pior é que o povo que acorda cedo pra trabalhar tem que enfrentar ônibus lotado com passagem de R$ 3,05 e salario minimo no final do mês de R$600,00, quem quer estudar tem provar que quer mesmo estudar pra ganhar uma bolsa de R$ 300,00 por mês, fora os meses que atrasa e foda-se quem depende desse dinheiro pra pagar a passagem pra ir estudar!!! É ISSO AI, É O NOSSO PAÍS!!!

    Agora R$900,00 reais para família de quem usa crack… ISSO É UM ABSURDO!!!!