O trabalho de enfrentamento ao crack na Central do Brasil vem sendo reforçado pela Secretaria Municipal de Assistência Social ( SMAS) desde a última quarta-feira,dia 11,a SMAS disponibilizou uma unidade volante para o atendimento a usuários de drogas que permanecem em situação de rua no Centro. O veículo do município permanecerá por tempo indeterminado estacionado no local. Os dependêntes químicos interessados em tratamento serão atendidos pelos profissionais da SMAS e receberão orientações sobre vagas em clínicas especializadas conveniadas à Prefeitura do Rio.
Nesta quinta (12) a SMAS voltou à Central do Brasil, onde no último mês foram realizadas 09 ações semelhantes, e percorreram ainda a Avenida Presidente Vargas e regiões da Rodoviária, Estação Leopoldina, Viaduto dos Marinheiros e Candelária. No Centro, 45 adultos e 11 crianças e adolescentes aceitaram seguir com as equipes para as unidades de abrigamento do município.
Nas regiões do Centro, Tijuca e Copacabana três ações de acolhimento e retirada de população em situação de rua, para o combate ao crack ,foram realizadas por equipes formarmadas por funcionarios da Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS) do Rio de Janeiro, na manhã desta quinta-feira, dia12, 85 pessoas foram acolhidas (74 adultos e 11 crianças e adolescentes). A intervenção teve início às 7h, na Tijuca. Os profissionais percorreram as ruas Conde de Bonfim, Barão de Mesquita, Santo Afonso, Conde de Itanhangá, Avenida Maracanã e Praça Saenz Penã, onde localizaram 21 adultos em situação de rua.
Já em Copacabana, foram acolhidos 08 adultos que perambulavam pelas avenidas Atlântica, Nossa Senhora de Copacabana, Barata Ribeiro e ruas Siqueira Campos e Figueiredo de Magalhães.
A Secretaria Municipal de Assistência Social informa que após o processo de identificação na polícia, todos os acolhidos serão encaminhados para as unidades de abrigamento da Rede de Proteção Especial do município. Os adultos irão para o abrigo de Paciência e as crianças e os adolescentes para a Central de Recepção Carioca, no Centro. Aqueles menores que forem identificados com alto grau de comprometimento com a dependência química serão conduzidos para tratamento em uma das quatro unidades de abrigamento compulsório.