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FUNCIONARIO DA FUNAI TRADUZIU DE FORMA ERRADA DECLARAÇÕES POLÊMICAS DE ÍNDIOS
Declarações polêmicas dos índios suruuarrás foi traduzida de forma errada por um tradutor encarregado pela Funai (Fundação Nacional do Índios) de acompanhar um grupo de jornalistas estrangeiros ate a comunidade indigenaAlém de cobrar 7 mil dólares para que jornalistas estrangeiros tivessem acesso às reservas indígenas, o representante da Funai, o indigenista Jemerson Azevedo,traduziu de forma errada, propositalmente, frases que comprometeriam crimes omitidos pela comunidade indígena com o objetivo de desvirtuar uma proposta de lei em tramitação na Câmara que prevê punição para brancos que não coíbam a prática de infanticídio nas tribos.Jemerson Azevedo, omitiu quando os índios admitiram a prática de infanticídio. O tradutor também contou que uma mãe havia sido sequestrada na tribo, no entanto, os nativos haviam dito que, na verdade, ela havia fugido para impedir que sua filha, deficiente, fosse assassinada por eles. Além de todas essas invenções, Jemerson teria transformado reclamações dos índios em grandes elogios às suas condições de vida.
Jemerson poderá responder por improbidade administrativa, uma vez que a exigência de dinheiro para permitir acesso a uma tribo é considerada atitude ilegal.
A Procuradoria Geral da República (PGR)VAI investigar a pedido do senador Demóstenes Torres (DEM-GO) como a Funai distorce declarações de indígenas para esconder problemas em suas comunidades. “Eles defendem que os índios matam as crianças porque é cultural, mas é inadmissível”, disse o senador democrata ao site de VEJA. “Isso demonstra que a Funai tem acobertado crimes”.
Publicado em 14 de novembro de 2011 às 20:54