Os Deputados da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados Ficaram espantados com as condições precária do local em que os 439 bombeiros se encontram presos. Ontem, o presidente da comissão, Mendonça Prado (DEM-SE), e os deputados Alessandro Molon (PT-RJ), Dr. Aluízio (PV-RJ) e Protógenes Queiroz (PC do B-SP) percorreram quartéis do Méier e Charitas, em Niterói, o Grupamento Especial Prisional (GEP), e o Hospital Central do Corpo de Bombeiros.
Os deputados irâo denunciar as más condições ao Ministério Público, À Justiça Militar e ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. “Exigimos a soltura imediata desses profissionais, o lugar deles é nas ruas”, disse Mendonça Prado. A situação mais grave e a da tenente enfermeira Lucrécia Belo Fonseca, presa no quartel do Méier “A encontramos profundamente deprimida, numa cela de 5 m quadrados, trancada com cadeado” . À tarde, ela foi transferida para o GEP (Grupamento Especial Prisional). Segundo Mendonça Prado, os militares estão “ao lado de pedófilos”.
“Em Charitas, vários bombeiros já começam a ficar doentes. O local é abafado de dia e muito frio à noite, insalubre. Uma covardia”, comentou Alessandro Molon.
um grupo de 27 deputados assinaram na Assembleia Legislativa nesta quinta feira (09-06) uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para conceder anistia aos militares presos. Três bombeiros que participam dos protestos serão homenageados e condecorados nesta sexta feira(10-06 ) com medalha da Associação dos Militares Auxiliares e Especialistas (Amae).